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O ciclo infinito dos remédios

Um comprimido para dormir, um para sorrir, um para emagrecer, outro para acalmar e quando se der conta é hipocondríaco. Quem é esperto sabe que aquela expressão, “prevenir é melhor que remediar” é tão real quanto o nosso sol de cada dia.

 

A princípio o ideal a se fazer é reparar o ciclo que essa necessidade do consumo de remédio nos coloca. Vamos refletir!

 

Ficou borocoxô, se sente depressivo, vamos de fluoxetina. Porém esse remédio dificulta o sono, mas para esse caso você recorre ao clonazepam que irá amenizar e também de deixar letárgico, fora que engorda. Então você começa com a sibutramina e aí a batedeira vem com tudo. Para combater você toma o atenolol, que agride o estômago, e ele pede socorro e você dá para ele o omeprazol. É tido a solução, mas vem a anemia…

 

Por mais lúdica que essa história seja, ela é apenas uma das hipóteses da cadeia que o vício em remédios pode colocar.

 

O Brasil é um dos países que mais consomem medicamentos no mundo, o que é extremamente preocupante. A indústria farmacêutica lucra, enquanto você gasta vivendo preso nessa bola de neve.

 

Eu sou a favor da medicina preventiva para mudar essa realidade. Por meio dela, trabalhamos para evitar o desenvolvimento de doenças, promover saúde e melhorar a qualidade de vida.

 

O primeiro passo para mudarmos de caminho já foi dado com essa conversa que acabamos de ter. Eu sou suspeita de falar, mas não escondo de ninguém que sou defensora ferrenha da medicina preventiva. Até mesmo por que está intimamente relacionada com o que amo trabalhar: Longevidade saudável.

 

Antes de me despedir, dois lembretes! Primeiro: Menos tratamento e mais prevenção e por fim, para qualquer dúvida estou sempre a disposição.

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